Cobra-marrom
Pseudonaja textilis
Visão Geral
Tem coloração do marrom-claro ao marrom-escuro, com o ventre geralmente mais claro, e pode ter manchas um pouco mais escuras nas escamas para camuflagem. A espécie é conhecida pela postura defensiva, na qual ergue a cabeça e parte do corpo do chão, enroscando-se em forma de S com a boca aberta. Essa postura é com frequência confundida com agressividade.
As cobras-marrons geralmente medem de 1,5 m a 2 m de comprimento.

- Encontrado em
- Oceania
- Classe
- Reptilia
- Ordem
- Squamata
- Família
- Elapidae
- Gênero
- Pseudonaja
Estado De Conservação
A cobra-marrom é uma espécie classificada como Menos Preocupante. É improvável que existam ameaças significativas que afetem essa espécie. Ela prospera tanto nos habitats nativos quanto em regiões agrícolas e nas periferias urbanas, graças à abundância de presas, como ratos. Às vezes, também é mantida como animal de estimação.
A cobra-marrom é encontrada em áreas protegidas da Austrália, mas não há outras medidas de conservação em andamento.
As perspectivas de longo prazo para essa espécie indicam uma população estável na área nativa, mas pesquisas adicionais ajudariam a entender melhor sua distribuição.
- População Selvagem
- desconhecida
- Estado De Conservação
- Menos Preocupante
Fatos Sobre Animais
- As cobras-marrons são a segunda serpente mais peçonhenta do mundo.
- O gênero das cobras-marrons é a principal causa de mortes por picadas de cobra da Austrália.
- As cobras-marrons hibernam em tocas subterrâneas durante o inverno.
- Os machos brigam pelas fêmeas, enrolando-se uns nos outros e tentando forçar a cabeça do adversário para o chão.
- O nome em latim da cobra-marrom é Pseudonaja, cuja tradução é “falsa naja”.
O Planet Zoo 2 ainda está em desenvolvimento, e a Zoopédia reflete este trabalho em andamento. Textos, imagens, estatísticas, entre outros, não são necessariamente definitivos e podem mudar ou ser expandidos.








Social E Reprodução
Os machos adultos da cobra-marrom são solitários, enquanto as fêmeas podem interagir umas com as outras depois de botar ovos. Elas costumam usar a mesma toca para isso, e depois a protegem juntas.
A temporada de acasalamento acontece geralmente entre setembro e novembro, durante a primavera, após saírem da hibernação de inverno em suas tocas subterrâneas. Os machos então buscam pelas fêmeas rastreando sinais químicos. Se a fêmea estiver receptiva, o macho esfrega a cabeça para cima e para baixo no corpo dela e, em seguida, entrelaça a parte inferior do seu corpo à dela. O acasalamento pode levar várias horas. Tanto machos quanto fêmeas podem acasalar com múltiplos parceiros durante a temporada de reprodução.
A fêmea deposita entre 10 e 35 ovos em uma toca subterrânea, muitas vezes a toca abandonada de um pequeno mamífero, e os protege por cerca de 5 semanas, antes de partir para sempre.
Os ovos eclodem após 11 semanas e os filhotes são completamente independentes desde o nascimento. Eles atingirão o tamanho completo por volta dos 31 meses de idade.